Dicas Blogger

Autor(a): Lucianaweb | Categoria: Entrevista | Data: 02-03-2009

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1.Uma descrição do blog pela autora Juliana Sardinha:
O Dicas Blogger é um metablog voltado a fornecer informações para quem deseja fazer um bom trabalho na web usando a plataforma Blogger/Blogspot.

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2.Quem é a autora? Pode nos contar um pouco do seu trajeto junto ao blog?
Juliana Sardinha, 38 anos, médica, mineira de coração, canceriana, internauta full-time e louca por tecnologia. O blog começou em 2007, como um bloco de notas. Ali eu anotava o que eu ia aprendendo customizando o meu outro blog. Foram surgindo os primeiros comentários, as primeiras dúvidas e em algum momento ele virou um blog (risos).

3.Como é se tornar uma referência na Blogosfera brasileira?
Gratificante.

4.Por que valorizar o Blogspot? Algum momento já pensou em mudar de hospedagem?
O Blogger é a ferramenta mais simples e intuitiva para quem está começando a blogar. Eu nunca pensei em mudar, pois o meu blog ensina justamente a tirar o melhor proveito desse serviço.

5.Acredita que ainda exista preconceito para com blogs hospedados no Blogger?
Não. Blogs como o meu e o do Compulsivo provaram que é possível ter um layout bacana, bom conteúdo e um número significativo de visitantes usando o Blogger.

6.Quanto ao tema monetização e rentabilização de blogs, qual sua opinião?
Sou absolutamente a favor. Não é o sonho de todo mundo ganhar dinheiro fazendo o que gosta?

7.O blog que existe desde 31 de agosto de 2007. Você poderia contar uma alegria e uma mágoa proporcionada por ele?
A maior alegria foi quando o IDGNow! apontou o Dicas Blogger como um dos blogs mais populares do país. Eu não chamaria de mágoa, mas o caso Carlinhos Medeiros me deixou muito triste.

8.Você já precisou enfrentar plagiadores? Como você lida com esse assunto?
Muitos (risos). No começo eu ficava uma fera, mas hoje em dia tento ignorá-los, pois com o tempo percebi que eles não chegavam a lugar nenhum.

9.Qual a pergunta mais freqüente feita através do blog e qual a resposta?
“Como ter um blog de sucesso”?
Resposta: estudando muito!

10.Para você, o que está faltando na Blogosfera atualmente?
Menos mimimi e mais trabalho.

11.Quais são seus planos e projetos para futuro como blogueira?
Eu não sou muito de fazer planos; entretanto, eu gostaria de poder passar mais tempo cuidando dos meus blogs. Para que isso seja viável, eles precisam se tornar mais rentáveis.

Você assina e autoriza a publicação dessas declarações?
Sim.

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BR-Informática

Autor(a): Lucianaweb | Categoria: Entrevista | Data: 23-01-2009

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1. Primeiro a descrição do blog:
O BR-Informática é um blog sobre tecnologia, análise de gadgets, informática, sistemas operacionais, downloads e games.

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2. Quando e como surgiu o BR-Informática.org?
O blog surgiu em meados de 2007, mais precisamente em Maio como um pequeno sonho adolescente de ter seu espaço a internet para compartilhar e falar das coisas que gosta.

3. Em um blog com mais de um autor, como funciona? Existe algum acordo, uma divisão de tarefas, uma estruturação?
Nos blogs com mais bagagem na blogosfera geralmente existe um encargo já pré-determinado para cada autor, já que muitas vezes estes são remunerados. Ocorre de muitas vezes existem um administrador, um designer e um ou mais redatores. Em nosso blog existe um administrador geral que ao mesmo tempo é designer e os demais redatores que são quatro.

4. Quem são os autores? Quais suas profissões ou o que fazem?

Nome Função no blog Profissão/ocupação Idade
Flávio Ricardo Administrador, designer e redator Auxiliar de Informática 17 anos
Matheus Bonela Redator e co-adminsitrador Estudante 14 anos
Marcelo Henrique Redator Estudante 16 anos
Leonardo Rodrigues Redator Estudante 16 anos
Alan Carvalho Redator Analista de TI 22 anos

5. Quais suas fontes e onde obtém material para escrever seus textos?
Revistas sobre informática e tecnologia, fontes diretas das empresas de tecnologia/informática, outros blogs e sites sobre os assuntos referidos, jornais, podcasts e materiais em vídeo.

6. Depois de pronto e publicado, como você divulga o post?
Através dos serviços de bookmark já conhecidos (Delicious, Digg, Reddit e outros), além do tradicional feed do blog que também é disponibilizado via e-mail e pela mais recente febre do microblogging, o Twitter.

7. Como você vê a Blogosfera em falando do número de blogs e da rentabilização?
A blogsfera está com certeza bastante saturada. Existem milhares de blogs, porém pouco conteúdo. Para os blogueiros mais antigos é fácil gerar renda com seus blogs já que os mesmo têm um público alvo pré-selecionado e sempre ativo no blog. Para que todos ou pelo menos a maioria dos blogueiros possam tirar renda com seus blogs é preciso uma remodelação da blogsfera.

8. Você faz uso de técnicas de SEO para ter mais visitas? E funcionam?
Sim, o WordPress fornece diversos plugins para aperfeiçoar o SEO do blog. Utilizo poucas por mais que exista diversas, funcionar com certeza funciona já que, 80% das minhas atuais visitas são de resultados de busca de motores de busca. Por isso recomendo a todos, usem.

9. Com analise do tráfego e comentários, você poderia dizer que tipo de informação os visitantes mais procuram?
Downloads de aplicativos em geral como messengers, utilitários para gravação de CD/DVD, jogos, dicas para aperfeiçoar o Windows e tutoriais diversos sobre manutenção do computador.

10. O que você mais gosta e mais detesta em blogs?
O melhor nos blogs com certeza é a interatividade possível entre o redator e o leitor, esse é o ponto que mais faz com que os blogs se tornem uma ascensão. Porém ao mesmo tempo essa é uma das coisas que mais detesto, acontece que é triste ver que o empenho com o blog não é reconhecido e os comentários são poucos, quase nenhum. Por isso fica aqui minha deixa: quando acessar um blog, comente!

11. Quanto tempo você lê e escreve em blogs? Esse tempo você tem visto de forma positiva, negativa ou indiferente?
Meu tempo para ler e escrever em blogs não é muito, cerca de três horas por dia. Bem diferente de muitos que passa o dia todo o fazendo. Não vejo esse tempo de forma negativa, pelo contrario creio que isso me da uma ampla visão sobre os assuntos que gosto.

12. O conhecimento ou o gosto pelo assunto, o que vale mais na criação de um blog sobre tecnologia? Comente.
Com certeza o conhecimento. Uma pessoa com amplo conhecimento sobre determinado assunto certamente tem gosto pelo mesmo, então uma coisa vai levando a outra. Existem muitos blogueiros que gostam do assunto, mas não tem vasto conhecimento, assim ocorre de muita informação ser passada errada. Por isso, conhecimento em primeiro lugar.

13. Quais as perguntas mais comuns são feitas através dos comentários? O que os leitores mais procuram saber?
Como deixar determinados programas em português, onde baixar coisas para MSN, como instalar o Windows, como baixar jogos de graça.

14. Você assina e autoriza a publicação dessas declarações?
Sim, autorizo. ;)
Flávio Ricardo Bazana Meira

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Gritos Verticais

Autor(a): Lucianaweb | Categoria: Entrevista | Data: 16-12-2008

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01.Primeiro, como você – ‘Lobodomar’ – descreve o blog ‘Gritos Verticais?
‘Gritos Verticais’ é o espaço virtual em que coloco minha poesia amadora à prova, para ser lida, criticada, apreciada, apedrejada; enfim, é onde ocorre o primeiro contato entre minha arte e o público; é onde exponho, por meio de linguagem lírica (ou nem tanto), meu pensamento, minha visão de mundo, tentando também despertar maior apreço pela poesia, bem como provocar reflexão sobre temas cotidianos.

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02.Qual o papel do blog ‘Gritos Verticais’ na sua vida?
O ‘Gritos Verticais’ é, antes de tudo, entretenimento. Levado a sério, na medida em que levo a sério a arte e a cultura. Porém, nada que atrapalhe meu cotidiano ou se coloque acima de outras prioridades. O blog é, também, uma possibilidade a mais de aprender: aprender a me relacionar com as pessoas tão diferentes que se comunicam comigo por meio desse instrumento; aprender a conviver com as críticas – nem sempre favoráveis – e tirar daí algo de positivo que possa servir para melhorar a qualidade do que ofereço.

03.Brasileiro gosta de literatura e poesia?
O brasileiro está aprendendo a gostar. Ainda lê pouco, se comparado a europeus, norte-americanos e argentinos. Mas, comparando Brasil com Brasil, hoje se lê muito mais. Nesse sentido, a poesia é muito bem aceita. Primeiro, porque brasileiro adora música (e poesia tem íntima relação com a música); segundo, porque a poesia é expressão literária de pequeno volume, o que serve bem a quem quer ler, mas não pode (ou não acha conveniente) dedicar muito tempo a uma mesma atividade de lazer; terceiro, e mais importante, porque a poesia emociona, despertando intimidade especial entre o leitor e a palavra (pela combinação de sentido e sonoridade). Assim, cada vez mais, o brasileiro se rende a essa faceta ‘mágica’ da poesia.

04.Em relação à pergunta anterior, consegue ver isso em seu blog?
A aceitação do blog tem sido crescente. Mas não sei se um blog literário pode servir como instrumento de aferição do aumento real de leitores. Pode ser que os leitores do meu blog sejam as mesmas pessoas que sempre gostaram de ler. Analisando os comentários, já li alguns em que o leitor dizia que ‘não era muito fã de poesia’, mas que gostava de ler as minhas. Esse tipo de comentário poderia ser um indicativo, caso ocorresse com mais freqüência, tanto no meu, quanto nos demais blogs literários.

05.Seus visitantes entendem o que você quer passar? Entendem suas idéias?
A maioria entende sim. Claro que poemas possuem grande subjetividade, o que, às vezes, dificulta o entendimento. Porém, em geral – talvez pela ampla experiência advinda do fato de gostar de música -, o leitor brasileiro é inteligente, capaz de captar bem as metáforas e imagens de um poema. Poema é ‘comunicação’; como tal, é formado por emissário, mensagem e destinatário. Quando o leitor (destinatário) não capta bem a mensagem (poema), provavelmente foi o poeta (emissário) que falhou. Mas sou eterno aprendiz: quando percebo que a poesia não foi bem entendida, procuro descobrir as falhas; saber onde não utilizei a linguagem correta; onde as construções líricas e metafóricas falharam, para tentar acertar num próximo poema.

06.Em sua opinião, qual o motivo para o sucesso do blog?
‘Sucesso’ é palavra da qual tenho medo: armadilha para o ego, faz com que a pessoa perca o rumo. Prefiro visão mais humilde, que não me deixe esquecer que aprender é fundamental. Não acho que meu blog tenha sucesso. Os assinantes de ‘feed’ ainda oscilam entre 200 e 300; nunca foi citado na mídia televisa; e desconfio da capacidade dos ‘rankings’ para traduzir sucesso. Penso apenas que, no tangente à aceitação da blogosfera, o ‘Gritos Verticais’ não está mais no ponto zero; mas tendo muito a ser melhorado, sempre.

07.Você já precisou enfrentar plagiadores? Como lida com esse assunto?
Plágio é problema mundial e não atinge somente a arte. O Brasil tem histórico comprometedor. Basicamente, nosso cinema nasceu plagiando o norte-americano. A televisão também faz plágio. Já enfrentei plagiadores. Já liguei para a casa do cara, em outro Estado e reclamei com ele; já fiz blog sair do ar; no Orkut, movimentei milhares de pessoas contra plagiadores. Tem dado certo. No Orkut, tenho – há 3 anos – comunidade para divulgar e debater a Lei Federal 9.610/98 (Lei dos Direitos Autorais), onde também se faz denúncia de plágio.

08.Possui outros blogs? Qual o tema? Surgiram antes ou depois do ‘Gritos Verticais’?
Tenho 6 blogs. O ‘Gritos’ foi o primeiro. Cinco tratam de poesia; um, de prosa e crônica:
a) ‘Gritos Verticais’ – poemas meus;
b) ‘Poética Herética’ – também poemas meus;
c) ‘O Poema Nosso de Cada Dia’ – poemas meus e da poetisa Rita Costa;
d) ‘Raiz de Cem’ – poemas de autores diversos que se destaquem na comunidade de mesmo nome (Orkut);
e) ‘Sons de Sonetos’ – sonetos de autores diversos que se destaquem na comunidade de mesmo nome (Orkut);
f) ‘Doce de Fel’ – blog onde me inicio na prosa e na crônica.

09.O que está faltando na blogosfera atualmente?
Internet ainda é novidade para a maioria. A blogosfera brasileira nasceu ontem. Então, falta quase tudo. Principalmente regulamentação. Não que deseje uma web truncada, como quer o Azeredo. Nada disso. Quero a blogosfera integrada aos princípios constitucionais da liberdade de expressão. Mas desejo, também, legislação que permita punir quem rouba a propriedade intelectual; pedófilos; e quem agride outros, confiando na distância como garantia de impunidade. Em termos técnicos, quero Internet bem mais veloz, o que deve mesmo acontecer nos próximos 2 anos. No mais, a blogosfera evolui a contento.

10.Escrever bem ajuda, mas dá pra competir com vídeos, apelação e ‘miguxês’?
Escrever bem é uma meta, sempre. Poucos conseguem. Eu tento: estudo tudo que posso, para melhorar a escrita. Mas é difícil. Sobre competição, nem acredito que exista. As pessoas não podem fazer só uma coisa ou só outra. Fazem diversas coisas; inclusive, ao mesmo tempo. Então, há momento em que o usuário quer poesia; assim como há horas em que busca vídeos; ou, ainda, em que queira humor ou erotismo. Tudo ao seu tempo. Em relação ao ‘miguxês’, nada contra: sou pela total liberdade de expressão. Eu não escreveria daquela forma; mas não critico quem o faz. Cada geração desenvolve suas tribos, seus modismos, sua linguagem própria e, geralmente, é criticada pelas gerações anteriores. Quando eu era adolescente havia gírias da época, cabelos esquisitos e se ouvia ‘heavy metal’. Tudo isso era tão criticado quanto é, hoje, o ‘miguxês’. Porém, o adolescente de hoje é mais inteligente: criou essa linguagem pra dar maior dinâmica à digitação; mas saberá reconhecer a hora propícia de usar escrita mais formal.

11.Desde a criação do blog, quais as principais alegrias e tristezas?
Alegrias são muitas: conheci gente interessante; aprendo bastante; tenho contato com literatura moderna e diversificada, cuja qualidade está muito acima da literatura convencional, oferecia nas livrarias; dois poemas meus foram inseridos em peça de teatro (‘Ritual dos Sete’) montada pelo grupo ‘Sensus’, ficando em cartaz por um mês em Sampa: era a primeira montagem de peça performática sobre os pecados capitais. A diretora, Thereza Piffer, escolheu 5 poetas consagrados (alguns da ABL). De cada poeta, usou 1 poema. O sexto poeta era um ‘joão-ninguém’ – eu: o único com 2 poemas incluídos: ‘Dinheiro‘ (para o pecado da avareza) e ‘O Bárbaro‘ (para o pecado da luxúria). Isso rendeu notas nos principais jornais. Em relação às tristezas, há o plágio. Mas, diante das alegrias, afirmo que a experiência tem sido muito positiva.

Você assina e autoriza a publicação dessas declarações?
Gozando de plena sanidade mental, assino e autorizo a publicação de tudo que escrevi.
André L. Soares

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