Recesso Natal-Ano-Novo

Sobre Nós, em 31 de Dec de 2009

Quem não esta aqui vai estar só em 2010 em entrevistas e críticas.

Falta pouco.

Desejo aos meus poucos e sinceros visitantes muitas felicidades, comemorações sem problemas e muito dinheiro em 2010 inteiro!

Se beber não dirija, vai á pé para espairecer e ainda aproveita para gastar as calorias.

Muito grata a todos.

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Necessáire da Sorte

Entrevista, em 18 de Dec de 2009

1. Uma descrição do blog pela autora Helane Sousa:
O blog (atualmente) é um espaço destinado para aquelas pessoas que gostam/participam de promoções, sorteios, concursos e similares. Procuro reunir em um só lugar, as mais diversas opções de promoções e concursos culturais.

2. Quem é a autora e o que faz?
Meu nome é Helane, tenho 22 anos, moro em Fortaleza e faço faculdade de Letras – Espanhol, porém não pretendo exercer a profissão. Quero mesmo é me formar em Psicologia, que é uma grande paixão, e posteriormente cursar Publicidade, vontade essa que surgiu com o blog e as promoções.

Visite Necessáire da Sorte

3. Qual a origem do blog? Quando começou e por que?
Como muitas pessoas, tive vários blogs, aqueles que você começa, mas que com o passar do tempo vai deixando de lado (com exceção desse). O blog nasceu no dia 13 de abril de 2009 (é novinho), focado não só em promoções, ele surgiu como um blog de resenhas sobre novos produtos, dicas do dia-a-dia, enfim, um blog bem mulherzinha.
Com o passar do tempo vi que não estava com a minha cara, e que eu (realmente) não entendo sobre moda, tendências, makes, etc. Então resolvi fazer da Necessáire um guia de prêmios, onde as pessoas com o mesmo interesse que eu (promoções!) pudessem ter várias opções num só lugar.

4. Nesse tempo, o que você aprendeu sobre esses concursos? O que funciona e o que não?
Deu para aprender bastante coisa. O principal de tudo é SEMPRE ler o regulamento, tem muita informação importante lá, e as vezes (muitas delas), pessoas são desclassificadas só por não ter lido e não saber a mecânica do concurso. É importante escrever corretamente, sem abreviações, gírias (dependendo da promoção), etc. Vai depender do concurso, por isso é importante ler o regulamento. Ah, e também não vale puxar o saco de quem promove o concurso, nada de dramas, ou coisas do tipo: “é meu sonho ter uma bicicleta, por isso mereço ganhar…..”

5. Quais tipos de promoções você participa e por que?
Eu acho que participo de quase tudo, é algo viciante, e muito prazeroso, as vezes, fico horas, dias, tentando bolar uma frase ou um texto criativo; já aconteceu de no meio da noite vir uma idéia, e eu acordar pegar lápis e papel para não esquecer. As únicas promoções que não participo são aquelas de compra, onde você deve enviar “x” embalagens ou códigos de barra para concorrer. Eu não me arriscaria a tanto, até porque não tenho tanto dinheiro para investir em algo incerto assim.

6. Troca de links e banners funciona? Pode relatar sua experiência, se existem prós e contras?
Funciona, nunca tive problemas com troca de links ou banners, mas também não podemos trocar com qualquer pessoa, antes você deve analisar que tipo de conteúdo e de site/blog está colocando dentro do seu, pois isso gera uma imagem e uma credibilidade (ou não) para você mesmo.

7. Seus amigos de convívio, fora os conhecidos da Internet, visitam e participam do seu blog? Como?
Visitar, visitam, mas participar eles não curtem muito. Eles têm mania de dizer que não tem sorte, ou que não tem criatividade. Sendo que no mundo das promoções só isso não basta, tem que haver persistência.

8. Qual tipo de rentabilização tem nesse nicho de blog?
Em termos de rentabilização, vou ser bem sincera, é algo a (muito) longo prazo. Conheço blogs/sites que rendem uma boa quantia, porém são sites com 5, 10 anos de vida. Então quem se foca nisso no início, acaba se frustrando. É bom fazer algo que você realmente goste, retorno financeiro ou de qualquer outro tipo, deixe de lado. Com o tempo você vai vendo uma coisa de cada vez, e vai até se surpreendendo.

9. Sente ou já teve alguma experiência de preconceito com relação ao seu tipo de blog?
Não, nunca senti ou tive alguma experiência desse tipo, graças a Deus.

10. Como vocês define um blog de sucesso? O seu já teria alcançado este sucesso?
Acredito que só em levar um blog a frente, já é um sucesso. Manter um blog não é tarefa fácil, você precisa dedicar tempo a ele, precisa inovar para que as pessoas gostem e continuem a visitá-lo, precisa oferecer um bom conteúdo, enfim, não é apenas um passatempo. Pessoalmente, acredito que meu blog seja um sucesso, não por ser muito conhecido, pois ele não é, ou por estar em grandes sites, pois ele também não está; mas porquê o faço com muito carinho, tenho empresas que acreditam nele, visitantes fiéis que opinam, sugerem, elogiam, e são eles que fazem com que a Necessáire, a cada dia, cresça.

11. Você assina e autoriza a publicação dessas declarações?
Assino e autorizo, sim.

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Na Trilha do Canguru

Entrevista, em 16 de Dec de 2009

1.Uma descrição do blog pela autora Cris:
O blog é um diário de nossa vida na Austrália. É um link com nossa família e amigos e, felizmente, virou uma ferramenta poderosa para conhecer novas pessoas e iniciar novos contatos e amizades. Ele não possui informações técnicas, como, por exemplo, tipos de visto e imigração. É apenas uma descrição de nossas experiências em terras tão distantes. Para mim, um grande prazer em mantê-lo.

2.Quem é a autora do Na Trilha do Canguru e onde está?
Na realidade, o blog possui dois colaboradores, eu e meu marido. Meu marido, com o trabalho e outros interesses que surgiram, deixou o blog em minhas mãos.
Eu sou Cristiani Regina Graebin, brasileira, gaúcha, casada, administradora em fase de transição, blogueira por paixão (tenho outros 2 blogs:
http://aventurasdecris.blogspot.com
http://feijaocomvegemite.blogspot.com)
Vivendo atualmente em Sydney, estado de New South Wales, na Austrália. Sou uma pessoa simples, adoro gastronomia, viagens (curtas ou longas), passeios, livros, filmes, cachorros. Sou uma pessoa calma, dou risada à toa, passional, amo meu marido, minha família e meus amigos de paixão. Atualmente, um dos grandes leões que tento matar todos os dias é a saudade.
Meu marido é Guilherme Drehmer, brasileiro, gaúcho, casado (comigo!), profissional de TI, vivendo também em Sydney. O Gui é uma pessoa super gente boa, calmo, inteligente, se auto-define como geek, mas não concordo. Gosta de tudo relacionado à ciência e tecnologia, mas não abre mão também de bons momentos só descontraindo, lendo um bom livro, se dedicando à fotografia, assistindo um bom filme ou se deliciando num bom prato de comida. Disposto, é meu par perfeito para programas de qualquer tipo.

Visite Na Trilha do Canguru

3.De onde surgiu a idéia de criar o blog? Você obteve alguma inspiração em algum blog para começar a publicar o seu?
O blog foi planejado antes de nossa mudança para a Austrália. Sabíamos que estávamos nos mudando para um lugar bem longe de nossa zona de conforto, de nossos queridos familiares e amigos e pensamos em compartilhar com todos a experiência única de viver tantas coisas diferentes.
Antes de iniciarmos nosso blog, acompanhamos muitos outros blogs de brasileiros vivendo na Austrália e, de alguma forma, todos eles nos inspiraram de alguma forma ou outra. Cada história diferente, cada experiência e a maneira como foi descrita sempre nos servem de inspiração até hoje. Às vezes é difícil passar a idéia real do que é viver por aqui e os outros blogs nos ajudam a perceber que os sentimentos são os mesmos.

4.Qual a data do primeiro post e o que te motiva manter este blog?
O primeiro post foi em 21 de agosto de 2008, ainda no Brasil, com a foto de nossos vistos. A ficha ainda não havia caído e tínhamos tantas preocupações na cabeça. Parece tão longe agora.
A motivação para manter esse blog é a paixão que tenho por escrevê-lo e a consideração que tenho por todos os leitores. O blog é uma das maneiras de aproximar-nos das pessoas queridas. Ele já nos deus tantos frutos, boas amizades, virtuais ou de carne e osso; conhecimento, descontração… Ele é um dos principais motivos que conecto na Internet todos os dias.

5.O que você dá mais importância em seu blog? E por que?
A simplicidade e sinceridade dos posts é um dos principais objetivos. Tento também evitar comparações, principalmente com o Brasil, mas às vezes é impossível. Quando as diferenças são muito grandes e nos afetam seriamente, a comparação é inevitável.
Basicamente, o que pretendo em cada post é mostrar nossa vida por aqui, falar das coisas boas e das não tão boas assim, mostrar a Austrália que vemos através de nossos olhos. Cada experiência compartilhada é um pouco de Austrália, um pouco de informação e um sinal de que estamos vivos e bem por aqui.

6.Qual o interesse dos visitantes no seu blog? Que tipo de informação eles procuram?
Vejo grupos distintos.
Há os amigos e familiares, que querem saber o que andamos fazendo por aqui, vivenciar através de nossas linhas as aventuras e desventuras.
Há aqueles, que antes eram desconhecidos, que simplesmente têm interesse em acompanhar o blog, com os mesmos motivos que família e amigos.
Há aqueles, com planos de mudança para a Austrália, que utilizam o blog como referência na procura de assuntos específicos e na resposta das inúmeras perguntas que surgem com a mudança.

7.O que você sente mais falta do Brasil e como expressa isso no blog?
Como diz um amigo, não é do guaraná que a gente sente falta. Sinto muita falta da família e dos amigos e de todos os momentos que estou perdendo ao lado deles, tipo, o casamento que aconteceu, o filho que nasceu, a formatura que já passou. Sinto falta também da espontaneidade, do calor humano, da simplicidade e alegria brasileira.
Por isso que temos tantos amigos brasileiros por aqui, para resgatar este sentimento.
Claro que existe aquela comidinha que não tem por aqui e isso faz muita falta também. Tenho vontade de comer pinhão, tomar malzbier, passar requeijão no pão, comer frutas mais doces e suculentas. Por isso criei o outro blog, Feijão com Vegemite, para resgatar o paladar brasileiro.
E, indo para um lado mais fútil, mas não menos sério, tenho saudades de poder fazer manicure e pedicure de qualidade no salão, de ter uma faxineira para ajudar nas tarefas pesadas do lar, de shopping center que fica aberto até às 22 horas, de restaurantes que servem até tarde da noite.
Expresso isso no blog através de fatos. Acho que nunca fiz um post para falar só das saudades ou da comida que não tem aqui (posso até ter feito, não lembro). Acho que sempre tento colocar o assunto num contexto, evitar saudosismo, nostalgia, não é essa a intenção. Afinal, apesar de sentir falta de tanta coisa, temos outras muito legais por aqui.

8.Em que público pensa na hora de escrever seus textos, quero dizer, para quem é direcionado o que você escreve?
Parece que conheço as pessoas que lêem o blog. Algumas eu realmente conheço, mas há aquelas que nunca vi pessoalmente e há os anônimos que nunca se manifestam. Escrevo como que escrevendo uma carta a um antigo amigo. Não penso muito em que público atingir, escrevo mais para exteriorizar.

9.Qual a imagem do Brasil no País onde vive?
A Austrália é geograficamente muito longe do Brasil e das Américas.
Percebo que os australianos tem profundo conhecimento dos fatos que acontecem na Ásia e Europa e ficam mais distantes das Américas e África, assim como eu estava mais familiarizada com assuntos das Américas e Europa que Ásia.
A imagem do Brasil é relacionada com violência, futebol, carnaval, pessoas de pele escura e animais exóticos. Com as Olimpíadas no Rio, uma reportagem australiana foi até lá e só mostrou a guerra entre os morros e as partes degradadas da cidade.
Quando chegamos aqui, muitos australianos perguntaram se já havíamos visto uma anaconda. Para mim, fruto de filmes sem noção, assim como os filmes brasileiros que fazem sucesso também vendem uma única imagem do Brasil. Muitas pessoas não conseguem ter noção que o Brasil tem grandes cidades e está à frente em muitas áreas.
Algumas pessoas duvidaram da minha nacionalidade, dizendo que era “branca” demais para ser brasileira. Outros tentavam contato falando espanhol, muito engraçado.
Mas a pergunta mais decepcionante foi a de um australiano que disse que morar no Brasil deve ser assustador.
Uma observação interessante surgiu de um senhor que encontrei na rua. Ele me perguntou de onde era. Quando soube, começou a falar do Lula e de sua política de desenvolvimento do país. Claro que isso é exceção, não é todo mundo que está por dentro da política e economia internacional.
Por isso, acho que a imagem do Brasil por aqui está um tanto distorcida.

10.Tem como fazer uma comparação da Internet brasileira com a de outros paises?
Em termos de conteúdo, a Internet brasileira dá um show. Comparando com a australiana, a Internet brasileira é muito melhor, melhor elaborada, “bem feita”, com seriedade e apelo visual. Os sites não são poluídos e não passam a idéia de serem feitos “de qualquer jeito”, como os daqui. A segurança da informação é outro ponto para os brasileiros. A impressão que tenho é que a Austrália ainda não descobriu a Internet como uma ferramenta para facilitar a vida das pessoas. Tudo é muito manual, no papel ainda.
Em termos de conexão, a Internet brasileira é muito boa. Claro que ela pode melhorar muito em velocidade e largura de banda. Os preços também deveriam ser mais competitivos e beneficiar o usuário. Fora isso, sinto saudade da banda ilimitada.
A Internet australiana é relativamente barata e rápida. Mas tem transmissão de dados limitada. Você assina um contrato definindo o volume de dados que vai utilizar mensalmente. Se passar deste limite, paga um adicional ou tem os serviços temporariamente desativados, variando para cada provedor.

11.Você assina e autoriza a publicação dessas declarações?
Sim, sem problema algum.

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